quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Amava tudo, amava o que queria e até o que não queria, o que lhe doía e o que lhe agradava. Amava o que não importava. Amava tanto que não sabia dizer, não encontrava palavras... Amava de um jeito que só se podia demonstrar com o corpo; amava amando, amava sorrindo, amava falando. De modo que cada sorriso soasse como uma sentença. De modo que cada lágrima parecesse uma declaração. Amava assim, de corpo e alma, sem medo, sem receios.

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